Metrô de SP encerra bilhete magnético após 52 anos; veja como trocar os antigos

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Passageiros podem usar QR Code impresso ou digital, cartões de transporte e pagamento por aproximação; troca dos bilhetes antigos vai até janeiro

O Metrô de São Paulo deixou de aceitar os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson neste domingo, 1º de novembro. A mudança vale para as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

Utilizada desde o início da operação comercial, em 1974, a tecnologia foi aposentada após 52 anos. Segundo a companhia, a manutenção do sistema antigo tornou-se difícil devido à obsolescência dos equipamentos.

Quem ainda possui bilhetes magnéticos não utilizados poderá solicitar a troca por QR Codes até 31 de janeiro de 2027.

Onde trocar os bilhetes antigos?

O atendimento acontece nas bilheterias em funcionamento das estações Paraíso e Tatuapé, das 6h às 22h.

A troca é exclusiva para bilhetes Edmonson do Metrô de São Paulo do tipo G-01 Unitário. Eles devem estar válidos, conservados e sem sinais de utilização ou danos que comprometam sua integridade.

Até dez bilhetes válidos podem ser trocados no momento da solicitação. Quantidades maiores serão encaminhadas para análise, com apresentação de documento oficial e fornecimento de telefone ou e-mail para contato.

Bilhete em papel continua disponível

O encerramento do modelo magnético não significa o fim de todas as passagens impressas.

O bilhete unitário com QR Code continua sendo oferecido em papel, além da versão digital. Assim, passageiros sem smartphone podem comprar a passagem nas bilheterias ou nas máquinas de autoatendimento.

Também permanecem disponíveis os cartões Bilhete Único e TOP.

Como pagar a passagem?

Os passageiros contam com as seguintes alternativas:

  • QR Code impresso: vendido nas bilheterias e máquinas das estações.
  • QR Code digital: disponível pelo aplicativo TOP e pelo WhatsApp oficial do serviço.
  • Cartões de transporte: Bilhete Único e TOP.
  • Aproximação nas catracas: cartões de crédito ou débito compatíveis, físicos ou em carteiras digitais.

As máquinas de autoatendimento também passaram a aceitar Pix para a compra de bilhetes unitários. Nesse caso, o pagamento é feito na máquina, que imprime o QR Code utilizado no embarque.

O que muda para a zona norte?

A alteração também vale nas estações da Linha 1-Azul utilizadas por moradores da região, como Tucuruvi, Parada Inglesa, Jardim São Paulo–Ayrton Senna, Santana, Carandiru e Portuguesa–Tietê.

Quem ainda guarda o bilhete magnético deve organizar a troca dentro do prazo. Para embarcar, poderá escolher uma das modalidades atualmente aceitas, sem obrigatoriedade de utilizar o celular.

O que você precisa saber

  • Fim da aceitação: 1º de novembro de 2026.
  • Linhas: 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.
  • Prazo de troca: até 31 de janeiro de 2027.
  • Locais: estações Paraíso e Tatuapé.
  • Horário: das 6h às 22h, nas bilheterias em funcionamento.
  • Papel continua: bilhetes com QR Code impresso permanecem disponíveis.
  • Celular: não é obrigatório para viajar.

Perguntas frequentes

Ainda posso usar meu bilhete magnético?
Não. Ele deixou de ser aceito nas linhas informadas em 1º de novembro.

Preciso de celular para entrar no Metrô?
Não. É possível utilizar QR Code impresso, cartões de transporte e outras modalidades disponíveis.

Posso trocar o bilhete em qualquer estação?
O atendimento anunciado ocorre nas estações Paraíso e Tatuapé.

Bilhetes danificados serão aceitos na troca?
A regra exige bilhetes válidos, conservados e sem sinais de uso ou danos que comprometam sua integridade.

O Pix é feito diretamente na catraca?
Na modalidade anunciada, ele é utilizado para comprar a passagem nas máquinas de autoatendimento. Depois, o passageiro apresenta o QR Code impresso na catraca.

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